DENGO
Apuarema
A seguir apresentamos treze ensaios sobre os dias que vivemos  em contato com o primeiro grupo de cacauicultores selecionados para o trabalho com a Dengo. Aqui esboçamos registros sobre um pouco de tudo que aprendemos com a viagem ao núcleo Jaguaquara e o nosso processo de imersão para registrar um pouco desses produtores de cacau fino.
De modo geral, pontos de conexão fazem com que esses textos se relacionem e expressem apontamentos semelhantes em cada uma das histórias, por outro lado, é possível dizer que dificilmente uma história será parecida com qualquer outra. 
Registramos em palavras nossos sentimentos em doses fiéis, relacionados ao que a aproximação e abertura de cada produtor nos permitiu conhecer e acessar. Buscamos transmitir um pouco da sensação que tomou conta de nós e conduziu nosso trabalho durante as duas semanas dedicadas às visitas de cada uma dessas famílias e roças, que nos receberam de braços abertos, demonstrando sem palavras, o dengo que carregam em si.
Os textos não seguem um padrão. Alguns chegam em primeira pessoa, outros se apresentam com uma narrativa que necessita de distanciamento para ser observada e contada. A metodologia para conseguir colocar essas histórias no papel se prendeu apenas ao sentido de retratar essas pessoas da forma como elas se colocaram e conduziram nossa visita. Oferecemos aqui uma tentativa de  rechear com palavras, as histórias que o trabalho fotográfico já conta.  
Como o mote da nossa visita era o cacau fino, tudo que pudemos observar e registrar sobre sua produção em cada uma dessas fazendas, também é parte fundamental dos textos, que provavelmente dão conta de retratar a diversidade da produção e um pouco dos processos individuais de cada produtor.
Esperamos que essas histórias toquem vocês, como vivê-las, registrá-las, recordá-las e escrevê-las  nos tocou. 
Um Dengo,
Cau e Jão
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